Mulheres do PDT querem renovação na Assembleia Legislativa

As pré-candidatas a deputadas estaduais do PDT apresentadas durante a Convenção das Mulheres, realizada no último sábado, 26, na Anoreg, pregam a renovação nas cadeiras da Assembleia Legislativa e querem fazer a diferença em favor da população sul-mato-grossense. Elas estão confiantes no projeto do pré-candidato a governador juiz Odilon de Oliveira. São cinco nomes novos na política e, até a convenção, esse número deve aumentar.

Com a preocupação de escolher pessoas íntegras e sem envolvimento em escândalos de corrupção, o PDT apresentou mulheres fortes e todas com históricos de vida marcados pelo compromisso com o bem comum. Tem professora, delegada, advogada, policial militar e assistente social.

Até o momento o PDT conta com cinco pré-candidatas a deputadas estaduais: a assistente social Maria Diva da Silva, a delegada da Polícia Civil Sidnéia Tobias, a sargento da Polícia Militar Betânia Kelly Rodrigues, a professora Madalena Pereira, e a advogada Ritva Vieira.

Animadas pelo projeto que pretender levar o juiz aposentado Odilon de Oliveira ao governo do Estado, as pré-candidatas do PDT, elas creditam suas decisões de fazer a disputa a uma vaga na Assembleia ao fato de o pré-candidato ao governo ser uma pessoa séria, íntegra e com coragem de promover uma política diferenciada da que se pratica no Parque dos Poderes.

Assistência social nas comunidades

A Assistente Social Maria Diva da Silva, 45 anos, vai se candidatar pela primeira vez a deputada estadual. Ela tem uma atuação na área de saúde como Agente Comunitária de Saúde desde 1998 no Jardim Los Ângeles e comunidades da vizinhança, uma das regiões mais populosas na Capital. “Sei das dificuldades que as crianças de famílias mais pobres enfrentam no dia a dia, com a falta de creche e pré-escola. Superar os desafios da educação é um dos pontos que pretendo atuar com firmeza para dar oportunidades iguais aos filhos dos mais ricos”, declara.

 

Recuperar a credibilidade das instituições

Delegada da Polícia Civil há 28 anos, Sidnéia Tobias, 53 anos, se diz apaixonada pela profissão por poder ajudar as pessoas. Ela diz que decidiu se apresentar como pré-candidata por considerar que o novo projeto do PDT visa proporcionar às mulheres a ocuparem lugares que são suprimidos a cada eleição. “Nosso país necessita, mais do que nunca, de pessoas capazes de fazer política visando o coletivo. Nosso Estado não atingiu, nem de longe, o potencial que todo cidadão consegue enxergar. Estou disposta a enfrentar a atual descrença nas instituições e contribuir para mudar essa realidade, junto com o juiz Odilon de Oliveira”, destaca ela.

Renovação política

Sargento Betânia Kelly Rodrigues da Silva, 38 anos, tem formação em Educação em Direitos Humanos pela UFMS e atua na assessoria de assuntos comunitários da Polícia Militar, onde trabalho desde 2003. Ela também diz acreditar no projeto do PDT para 2018, pois considera que o juiz Odilon de Oliveira vai combater a corrupção e concentrar recursos na área social para atender melhor a população. “Acredito na renovação político. Não queremos ser cotas, mas ter direitos iguais de oportunidade em nossa participação. Precisamos da união de pensamento neste projeto”, reitera.

 

Competência é o caminho

A advogada Ritva Vieira, 49 anos, ocupou a presidência da Agereg (Agência Municipal de Regulação dos Serviços Públicos) na gestão do prefeito Alcides Bernal e agora quer disputar uma vaga de deputada estadual. Ela lembra que o Executivo pode beneficiar a população por meio da gestão competente. Na Agereg, ela fez estudos que isentou as empresas do transporte coletivo do ISS para que as mesmas não aumentassem a tarifa. “É possível trabalhar pelo povo, mas precisa de competência. Tenho certo que o juiz Odilon representa a possibilidade de que dias melhores estão por vir em nosso Estado. Tenho esperança de que é possível melhorar a gestão e quero contribuir, como deputada”, garante.

Mulheres planejando o futuro

Militante do PDT e dos ideais do saudoso Leonel Brizola, a professora Madalena Pereira da Silva, 56 anos, tem sua luta ligada à Educação. Na área há mais de 24 anos, ela é coordenadora pedagógica na Escola Estadual Elvira Matheus de Oliveira. Defende que a Assembleia Legislativa deva ter representantes da educação que busquem melhorar a qualidade do ensino público. “Nós, mulheres, somos muito mais que eleitoras, somos corresponsáveis pelo futuro que planejamos”, afirma Madalena, que assumiu, no último dia 26 de maio, a presidência da AMT-MS (Ação da Mulher Trabalhista de Mato Grosso do Sul).

 

A primeira Tesoureira do partido, Marlene Alves Nogueira, falando a pedido do presidente João Leite Schimidt, garantiu que a legenda vai assegurar pelo menos 30% dos recursos do fundo eleitoral e do tempo de televisão e rádio para as mulheres. “Estou muito orgulhosa de ver mulheres com capacidade de fazer a disputa com condições de serem eleitas”, declarou.

 

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